Como lembra Sheila Moura Hue em texto publicado recentemente no blog da Biblio Nimuendaju, a primeira versão da obra de Anthony Knivet em português, publicada na RIHGB em 1878, é incompleta. Tradução indireta, a partir de uma tradução holandesa, a versão de 1878 omite justamente um dos capítulos mais ricos em informações sobre os índios do Brasil. Os usuários da Biblioteca Digital Curt Nimuendaju podem agora acessar o texto completo, no original inglês.
Novidades na Biblioteca Digital Curt Nimuendajú, uma coletânea digital de artigos e livros raros sobre línguas e culturas indígenas da América do Sul
Wednesday, May 5, 2010
Wednesday, April 14, 2010
Canivete e os cortes editoriais
por Sheila Moura Hue*
A história das edições do livro de memórias do inglês Anthony Knivet (Canivete para os lusófonos) é tão curiosa quanto a própria obra.
Knivet passou cerca de dez anos no Brasil no final do século XVI. Entre outras peripécias, foi servo de um “mestiço”, escravo em uma plantação de cana-de-açúcar, desbravador dos sertões das capitanias do Rio de Janeiro e de São Vicente em busca de índios e de metais preciosos, líder guerreiro de uma população indígena, náufrago no litoral de Alagoas, soldado na conquista do Rio Grande do Norte e criado do governador Salvador Correia de Sá em Lisboa.
A história das edições do livro de memórias do inglês Anthony Knivet (Canivete para os lusófonos) é tão curiosa quanto a própria obra.
Knivet passou cerca de dez anos no Brasil no final do século XVI. Entre outras peripécias, foi servo de um “mestiço”, escravo em uma plantação de cana-de-açúcar, desbravador dos sertões das capitanias do Rio de Janeiro e de São Vicente em busca de índios e de metais preciosos, líder guerreiro de uma população indígena, náufrago no litoral de Alagoas, soldado na conquista do Rio Grande do Norte e criado do governador Salvador Correia de Sá em Lisboa.
Saturday, April 10, 2010
Biblio Nimuendaju na Revista de História da BN
Escrita por Renato Venâncio, professor da Universidade Federal de Ouro Preto, a seção Acervo Digital da Revista de História da Biblioteca Nacional publicou recentemente uma nota sobre fontes online para o aprendizado do Tupí Antigo. Além de divulgar recursos disponíveis através de iniciativas como a Brasiliana (projeto de digitalização do acervo do bibliófilo José Mindlin), da USP, e a Biblioteca Digital da Universidade de Coimbra, a nota menciona a Biblioteca Digital Curt Nimuendaju:
[…] Para aprofundar ainda mais esses estudos, basta navegar em direção à excelente Biblioteca Digital Curt Nimuendaju, que disponibiliza gratuitamente obras dos principais tupinólogos brasileiros e internacionais. […]
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